
CRIAmov une futebol, música e emoção na Arena Brasileira
A cada Copa do Mundo, o Parque Ibirapuera, em São Paulo, se transforma na Arena Brasileira, ponto de encontro de torcedores que acompanham os jogos da seleção no telão e assistem a shows de grandes nomes da música nacional. Presente no projeto na primeira edição, em 2022, a CRIAmov voltou em 2026 com o desafio de traduzir, em uma mesma cobertura, a emoção do futebol e a energia dos palcos.
A relação com o evento nasceu da parceria de anos da produtora brasiliense com a Fishfire e, posteriormente, com a Super Sounds, empresa do mesmo grupo. As duas, ao lado da Enter Eventos, assinam a realização da Arena Brasileira.
Desta vez, foram 11 dias de cobertura distribuídos ao longo da Copa, mas a equipe permaneceu cerca de 40 dias em São Paulo. “A decisão começou por logística, e no fim virou outra coisa: a imersão do time no projeto. Isso foi muito bom”, conta Guilherme Nakanishi

Olhar CRIAmov para o futebol brasileiro
Ao mesmo tempo, outra parte da CRIAmov estava nos Estados Unidos, acompanhando a Copa para a Betnacional. Para conduzir as duas operações simultaneamente, cada projeto ganhou um head: Marina Morôni ficou à frente da Arena Brasileira, enquanto Gabriel Nakanishi liderou a cobertura da Betnacional.
“Com head definido, cada frente roda com autonomia, e aí dá pra tocar as duas ao mesmo tempo sem uma atrapalhar a outra”, explica Gabriel Nakanishi
Na Arena, o desafio não estava apenas no tamanho da operação. Futebol e música faziam parte da mesma programação e precisavam também coexistir no conteúdo produzido pela equipe.

A solução foi usar a emoção como fio condutor da cobertura. Em vez de tratar os shows como um momento separado das partidas, a CRIAmov incorporou as apresentações à narrativa criada em torno da Copa. “A gente criou uma linguagem baseada em emoção. Então a estratégia foi tratar o show como mais uma pitada da emoção da Copa. O grande espetáculo são os jogos, e o show entrou como mais um lance do jogo, sabe?”, explica Marina Moroni
Jogo de cintura
Entre os artistas que passaram pelo palco, Marisa Monte e Ivete Sangalo estiveram entre os destaques para a equipe. A energia das apresentações e a capacidade das duas de fazer o público cantar junto renderam bastante material para a cobertura.
Nem tudo, porém, seguiu o planejamento inicial. Poucos dias antes da apresentação, Wesley Safadão cancelou a participação e foi substituído pelo Jeito Moleque. A mudança exigiu adaptação, mas não alterou a estratégia traçada para o conteúdo.
“Mesmo com a mudança em cima da hora, foi super tranquilo de manejar a organização da equipe. Mantivemos a mesma linha de ação e, no fim, o conteúdo também ficou muito legal”, conta Marina Moroni

O que pesa na hora de aceitar um projeto grandioso?
A Arena Brasileira reuniu mais de 20 marcas patrocinadoras, diferentes artistas e uma série de contrapartidas ao longo da programação. Para a CRIAmov, assumir uma operação desse porte exige três pontos principais: confiança, solidez e profissionalismo.
“São muitas contrapartidas, muitos artistas, muita coisa em jogo, literalmente. E a gente foi chamado porque tem esse know-how de grandes eventos e grandes projetos”, afirma Gabriel Nakanishi
A experiência com grandes produções, no entanto, não significa repetir uma fórmula. Cada projeto parte de uma necessidade diferente, enquanto a assinatura da produtora está na maneira de pensar e executar o conteúdo.
Na CRIAmov, isso passa pela busca por materiais atemporais, construídos a partir de uma ideia clara e pensados para se adaptar às necessidades de cada projeto.

“A gente se adapta a cada projeto, porque cada um tem a sua cara. Mas os clientes procuram a gente porque sabem que o nosso foco é conteúdo atemporal”, diz Gabriel Nakanishi
Durante a Copa, essa forma de trabalhar apareceu em diferentes frentes. Além da Arena Brasileira e da cobertura da Betnacional nos Estados Unidos, a CRIAmov assinou o Manifesto Bate no Peito, da CBF, dirigido por Gabriel Nakanishi.
Para a equipe, os projetos ajudam a mostrar que existe, sim, uma maneira própria de contar o futebol brasileiro.
“Existe sim! Tanto que a gente assinou o Manifesto Bate No Peito, da CBF, dirigido pelo Gabriel Nakanishi. Tem coisa mais futebolística que isso? E esse jeito a gente pode resumir assim: o simples e o belo, uma boa ideia, uma boa fotografia e uma boa equipe. No final essa fórmula dá certo”




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