Movimento Verde e Amarelo: CRIAmov registra bastidores da Copa do Mundo pela Betnacional
- CRIAmov - produtora de vídeo
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A torcida brasileira tem um jeito de vibrar pela Copa do Mundo que vai além das disputas no estádio. A CRIAmov, produtora de vídeo de Brasília, acompanhou de perto esse fenômeno durante a Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México, registrando os bastidores ao lado de sua cliente Betnacional, uma das principais patrocinadoras do Movimento Verde e Amarelo (MVA), maior torcida organizada da seleção brasileira.
A equipe embarcou para os Estados Unidos em 15 de junho e voltou ao Brasil em 27 de junho. Gabriel Nakanishi assinou a direção de cena e Guilherme Nakanishi dividiu produção e captação. Completaram o time Sergio Hudson e Theo Marins, como filmmakers, além de Giovanna Shirassu na fotografia e Lara Garcia como storymaker. A base ficou fixada nos Estados Unidos, com passagem por Nova York, Filadélfia e Miami, as três cidades da fase de grupos do Brasil.

CRIAmov na Copa do Mundo 2026
Parceira do MVA desde 2022, a Betnacional ampliou o investimento em ativações para este Mundial, acompanhando o crescimento de um movimento que hoje reúne mais de 200 mil torcedores e 176 embaixadas ao redor do mundo. Durante a estadia, a CRIA assumiu a missão de produzir conteúdos em tempo real das ações que aconteceram nas cidades, entre vídeos, fotos e stories, além de cobertura dos jogos e produção de vídeos conceito pelas cidades visitadas.
Segundo a equipe, um dos pontos altos da viagem aconteceu às vésperas da estreia do Brasil no campeonato. Em Nova York, no dia 12 de junho, antes do jogo contra o Marrocos, mais de 8 mil brasileiros tomaram a Times Square no bandeiraço organizado pelo MVA e pela Betnacional, um marco na história da torcida do país em Copas do Mundo. A ação também incluiu uma travessia simbólica na Brooklyn Bridge.
Em meio ao bandeiraço, a CRIA registrou os relatos dos brasileiros e a atmosfera desse encontro. “Entrar no estádio em um jogo do Brasil em Copa do Mundo é muito emocionante, é algo pra levar pra vida. Mas particularmente, ver a Times Square tomada por brasileiros foi um momento único, é ver o umbigo do mundo vestido de verde e amarelo”, conta Theo Marins.

Contraste cultural
O contraste cultural também chamou a atenção desde os primeiros dias. No Brasil, a Copa para o país inteiro. Nos Estados Unidos, ela divide espaço com o calendário esportivo local, entre basquete, beisebol e futebol americano. “A cultura aqui gira em torno de outros esportes. Tem clima de Copa, mas se mistura com clima de NBA e outros eventos”, observa Guilherme Nakanishi.
Combustível criativo
Para quem trabalha com imagem, estar dentro desse fenômeno também é matéria-prima. “Viajar é sempre um combustível criativo, e estando nos Estados Unidos nesse período de Copa do Mundo tudo fica intenso. Muitas culturas, gente do mundo todo, e um clima de união bem bacana”, observa Gabriel Nakanishi, head de criação da CRIAmov.
O material desenvolvido pela produtora pode ser visto no Instagram da CRIAmov ou nos perfis do MVA e da Betnacional.

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